Brasil: Greenpeace critica Siemens por participação na construção de hidrelétrica na Amazônia que colocará em risco indígenas & meio-ambiente; inclui comentários da empresa

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O Centro de Informação sobre Empresas e Direitos Humanos convidou a Siemens para responder a alegações de abusos de direitos humanos relacionados à controversa construção de hidrelétrica no rio Tapajós, na Amazônia. A Siemens enviou respostas em inglês e alemão. Veja abaixo.

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Artigo
10 August 2016

Brasil: Greenpeace pede que Siemens não participe da construção de hidrelétrica no Tapajós por impactos a indígenas & ambientais

Autor: Greenpeace Brasil

“Siemens ignora apelo de mais de 1 milhão de pessoas para não destruir a Amazônia-Protestos do Greenpeace aconteceram ao redor do mundo”, 22 de julho de 2016

Ativistas do Greenpeace de 19 países ao redor do mundo protestaram...[em julho]...para pedir que a Siemens não se envolva com a construção de uma mega hidrelétrica no rio Tapajós,...[na]...Amazônia. Se construída, São Luiz do Tapajós poderá alagar cerca de 400 km² de floresta e provocar mais de 2.200 km² de desmatamento. A barragem poderá impactar também o povo Munduruku, que vive no rio Tapajós há gerações...Mais de 1 milhão de pessoas se juntaram à campanha online e milhares mandaram mensagens ao CEO da Siemens, Joe Kaeser, postando mensagens nas redes sociais da empresa.“Kaeser anunciou anteriormente que a Siemens se posicionaria com relação ao envolvimento na construção de São Luiz do Tapajós, mas até agora não foi feito nenhum anúncio”, diz Jannes Stoppel,...do Greenpeace. “A empresa deveria aprender com seu passado de envolvimento em hidrelétricas destrutivas na Amazônia e ouvir mais de 1 milhão de pessoas que querem ver o rio Tapajós correndo livre. Em vez disso, perde a oportunidade de mostrar responsabilidade e se comprometer com as pessoas, a biodiversidade e o clima”...

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Artigo
10 August 2016

Brasil: Greenpeace protesta em São Paulo contra possível envolvimento da Siemens na construção de hidrelétrica no Tapajós

Autor: Greenpeace Brasil

“Siemens: deixe o Tapajós livre-Ativistas do Greenpeace estiveram na sede da empresa, esta manhã, para pedir que ela não se envolva na construção da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, na Amazônia”, 19 de julho de 2016

Cerca de 30 ativistas do Greenpeace estiveram na sede da Siemens, em São Paulo...[em 19 de julho]...exibindo imagens do Rio Tapajós e de pessoas do povo indígena Munduruku. O objetivo do protesto era informar sobre os impactos da construção da hidrelétrica São Luiz do Tapajós, no coração da Amazônia, e exigir à Siemens que não se envolva com o projeto. A empresa é uma das principais fornecedoras de equipamentos para usinas hidrelétricas no mundo. O diretor de Sustentabilidade e Relações Governamentais da empresa no Brasil, Henrique Paiva, desceu para uma conversa informal com os ativistas na frente da empresa. Ele informou que a Siemens já vem conversando sobre o assunto internamente, depois de o Greenpeace ter iniciado uma série de protestos dirigidos à empresa, em diversos países. Ele se comprometeu a endereçar as demandas aos diretores ...no Brasil e...na Alemanha, e articular...reunião formal sobre o assunto...“O Greenpeace...não vai parar a pressão enquanto a Siemens não declarar publicamente que vai se afastar definitivamente do projeto”, afirma Thiago Almeida,...do Greenpeace...

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Resposta
10 August 2016

Resposta da Siemens

Autor: Siemens

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Autor: Misereor

Das katholische Werk für Entwicklungszusammenarbeit MISEREOR hat am Dienstag den Stopp des Genehmigungsverfahrens für eines der größten Staudammprojekte in Brasilien am Amazonaszufluss Tapajós durch die Umweltbehörde IBAMA begrüßt. Die Behörde folgte damit einer Empfehlung der Staatsanwaltschaft des Bundesstaates Pará, in dem der Staudamm gebaut werden soll. Zuvor hatte die Behörde für die Angelegenheiten indigener Völker FUNAI entschieden, die Landrechte des indigenen Volkes der Munduruku anzuerkennen, deren Lebensraum von dem Staudamm bedroht würde. MISEREOR hatte im Rahmen der diesjährigen Fastenaktion auf die Situation der Munduruku aufmerksam gemacht und die Wahrung ihrer Rechte eingefordert. In einer Petition gegen das Staudammprojekt kamen bislang mehr als 50.000 Unterschriften zusammen."Die Entscheidung der Umweltbehörde ist ein großer Schritt voran. Wir freuen uns, dass das Engagement unserer zivilgesellschaftlichen Partner in Brasilien erste Früchte trägt. Auch die vielen Unterzeichner unserer Petition hierzulande und in Brasilien haben dazu beigetragen", sagte MISEREOR-Hauptgeschäftsführer Pirmin Spiegel. Zugleich warnte er: "Es fehlen noch entscheidende Schritte zu einem endgültigen Aus des Staudamms. In der derzeitigen politischen Situation in Brasilien fällt es leider schwer, der Verbindlichkeit von Entscheidungen zu vertrauen."...

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Autor: Greenpeace via EPO

Greenpeace-Aktivisten haben am Freitag vor der Siemens-Zentrale in München gegen eine Beteiligung des Konzerns am Bau des Sao-Luiz-do-Tapajós Staudamms im brasilianischen Amazonasgebiet protestiert. Die Umweltschützer zeigten lebensgroße Bilder von Angehörigen des vom Damm bedrohten Munduruku-Volkes und Banner mit der Aufschrift "Siemens: Keine weiteren Staudämme im Amazonas!" Der Protest war Teil weltweiter Demonstrationen an Siemens-Zentralen. "Der Staudamm darf nicht gebaut werden. Siemens muss den Lebensraum der Munduruku respektieren", sagte Jannes Stoppel, Wald- und Klimaexperte von Greenpeace. "Der Damm würde die wertvolle Natur des Amazonas zerstören und den Menschen ihre Lebensgrundlage rauben. Urwaldschutz ist, neben dem Ausstieg aus fossiler Energie, höchste Priorität beim Klimaschutz."...

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Autor: Greenpeace

Die Siemens AG ist direkt und auch über sein Joint Venture Voith Hydro als Zulieferer an zerstörerischen Staudamm-Projekten im Amazonas beteiligt. Zuletzt hatte das Gemeinschaftsunternehmen zwischen Siemens und der Voith GmbH Verträge für die technische Ausstattung des höchst umstrittenen Projektes Belo Monte in Brasilien unterzeichnet. Zigtausende Menschen haben mit dem Bau dieser riesigen Staudämme ihre Heimat und Lebensgrundlage verloren, wertvoller Regenwald wurde dem Boden gleich gemacht und die zerstö- rerische Industrialisierung der für das globale Klima so wichtigen AmazonasRegion vorangetrieben. Gegen einige der an dem Projekt Belo Monte beteiligten Firmen ermittelt die brasilianische Staatsanwaltschaft derzeit im Rahmen der bundesweiten Untersuchungen zu Korruption. Das nächste große Vorhaben der brasilianischen Regierung wird ähnliche Folgen haben: Über 40 Staudämme sollen in einem der letzten unberührten Gebiete des Amazonas entlang des Tapajós-Flusses und seiner Nebenarme entstehen. Durch das größte der geplanten Kraftwerke, mit dem São Luiz do Tapajós Staudamm, entstünde ein Stausee mehr als doppelt so groß wie München. Dieser würde die Heimat von indigenen Völkern zerstören. Der Lebensraum unzähliger Tier- und Pflanzenarten wäre bedroht. Die Beteiligung der Siemens AG an solchen Projekten ist verantwortungslos und sollte vor dem Hintergrund der eigenen Richtlinien zu Nachhaltigkeit sowie international anerkannten Standards zu Menschenrechten ausgeschlossen werden...

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